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sexta-feira, 11 de maio de 2018

Muito Louca.

Muito Louca.
De Gabriel Chalita
Direção Hudson Glauber
Muito Louca é uma peça sobre o universo complexo das relações humanas, onde Janete (Fafy Siqueira) e Tete (Suely Franco) discutem o passado em comum e suas frustrações amorosas. Fatos cotidianos ilustram o diálogo das personagens que falam sobre seus terapeutas, as dificuldades de superarem amores passados e o medo da solidão. Nesta peça irreverente, duas grandes amigas passam a limpo suas trajetórias de vida. Entre risadas, superstições, segredos, lágrimas, farpas e picuinhas, elas relembram o passado em comum.
Trata-se de um diálogo entre duas mulheres, em momentos diferentes de suas vidas, onde fatos cotidianos ilustram problemas afetivos. Falam de seus terapeutas e das dificuldades de superarem as amarras que as fazem infelizes. Falam de seus amores e do quanto o medo da solidão faz com que mintam para si mesmas. Falam de suas famílias e das ausências que sentem. Falam da vida.
Enfim, a história de ambas leva o público a percorrer os seus próprios universos pessoais, femininos ou masculinos,  cheios de medos e carências, mas com alguma esperança. No inicio, elas ainda têm muito tempo de vida. No final da peça, acompanha-se o entardecer de suas vidas. Olhamos com elas para o que foi possível viver e para o que ficou faltando.
“Janete e Tetê tem aquilo que chamamos de relação de amor e ódio, o tempo todo implicando uma com a outra, mas sempre com muito carinho. São amigas desvairadas, que com humor e ironia abordam temas delicados como amizade, amor, ciúme, solidão, dúvidas em relação ao futuro e arrependimentos em relação ao passado”, comenta o diretor Hudson Glauber.
Informações retiradas: Morente Forte.
Elenco: Suely Franco e Fafy Siqueira
Teatro Raul Cortez.

terça-feira, 17 de abril de 2018

O Escândalo Philippe Dussaert.

O Escândalo Philippe Dussaert
De: Jacques Mougenot

O Escândalo Philippe Dussaert é um monólogo com um texto fantástico e que desperta varias reflexões sobre o que é considerado "arte contemporânea". De uma maneira simples, direta e com diversos exemplos dos mestres, tais quais: Leonardo da Vinci, Manet,... a peça faz um paralelo entre diversos tipos de arte.
Adoramos a peça e com certeza é garantia de risadas, principalmente com a série de pinturas "ao fundo de..."
Philippe é um artista ou um falsário? só vendo o espetáculo para saber.
O escândalo Phililppe Dussaert, do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, é um texto fantástico sobre os critérios do que pode ser considerado arte contemporânea e a dimensão valorativa atribuída àquilo que conquista o direito de ser assim nomeado. O que é o artista? Como se pode defini-lo, reconhecê-lo? Qual a diferença entre um quadro feito por um chimpanzé com coordenação motora suficiente para jogar tintas em uma tela, e outro, feito por qualquer humano, figurativo ou abstrato?

Essas são algumas das questões que o texto de Mougenot abrange de modo leve e inteligente, do início ao fim. Encenado com brilhantismo pelo ator Marcos Caruso e com direção preciosa de Fernando Philbert.

A peça conta a história do artista Philippe Dussaert, pintor conhecido como copista de quadros consagrados de autores como Da Vinci, Vermeer, Manet e diversos outros, mas com a característica muito própria e intrigante de excluir dos quadros que copia as figuras humanas ou animais presentes nos originais, preservando o fundo da maneira como o autor o concebeu.
Os quadros, chamados de “Ao fundo de…”, com a continuação sendo o nome da obra original, propiciam sua inserção no mundo da arte contemporânea, e Dussaert, não obstante a polêmica que gravita em torno dele, ganha visibilidade, renome e prestígio, até o ápice de sua ‘originalidade’, quando sua última inventiva fica conhecida como ‘o escândalo Philippe Dussaert’, que dá nome à peça.

Informações retiradas:Teatro Faap
Com: Marcos Caruso.
Quinta a sabado às 21h e domingo às 18h
Duração: 80 minutos
Teatro Faap.

terça-feira, 6 de março de 2018

"Os Guardas do Taj".

"Os Guardas do Taj".
O Que Realmente Importa?
Texto: Rajiv Primot.
 Uma peça intensa sobre amizade, lealdade, subserviência e poder.
Qual o Real sentido da vida e das relações? A jornada desses dois amigos nos questiona se vale a pena pagar um preço tão alto para atingir a perfeição e nos tornar aquilo que os outros esperam que nos tornemos. 

Espetáculo imperdível com dois atores super talentosos e um texto emocionante. Estou até agora com o coração apertado pelo que vi no palco.
À primeira luz da manhã, um novo edifício representando o poder crescente do império será revelado: o glorioso Taj Mahal. Mas para estes dois guardas, amigos de longa data e designados a proteger o palácio, a manhã vem trazer uma crise existencial que abalará sua fé no Império e nos outros humanos.

Os Guardas do Taj retrata dois homens comuns que se deparam com a beleza imensurável do Taj e ao mesmo tempo são varridos pela carnificina e pela injustiça que cerca uma das maravilhas mais famosas do mundo. O ano é de 1648 e os dois guardas imperiais estão em pé e de costas para o ainda não revelado Taj Mahal. Um deles, Babur (Ricardo Tozzi) está cheio de curiosidade inextinguível; o outro, Humayun (Reynaldo Gianecchini) é pura ortodoxia obediente. Amigos desde a infância acabam se confrontando diante das regras estabelecidas e da maneira que cada um deles vê a sociedade e suas vidas.
Além de estarem proibidos de olhar para o edifício, os dois amigos também acabam sendo escalados para participarem da famosa história arbitrária que o imperador ordenou que executassem. O texto do americano Rajiv Joseph levanta questões potentes sobre o humano, o preço pago ao longo da história para realizar os caprichos dos poderosos, mesmo quando resultam em maravilhas arquitetônicas que, em última análise, serviriam para dar prazer às massas. Esta é uma das muitas lendas que cercam o Taj, mas que o autor usa de maneira brilhante para explorar, de forma inteligente e sem ser esmagadoramente dramática, uma série de ideias filosóficas. Uma delas é se há limites à busca humana pelo conhecimento, o que rege as relações de amizade e as proibições absurdas que muitas vezes nos são impostas.
Informações retiradas:Morente Forte
Ingressos: Os Guardas Do Taj
Elenco: Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi.
Teatro Raul Cortez.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Chopin Ou o Tormento Do Ideal.

Chopin Ou O Tormento Do Ideal.
Direção: José Possi Neto.
Chopin ou o tormento do ideal é um espetáculo delicadamente romântico consagrado a Chopin, que associa música e poesia, interpretado pela grandiosa atriz Nathalia Timberg e tocado por Clara Sverner, uma das maiores pianistas brasileiras, dirigidas pelo consagrado José Possi Neto. A montagem original teve sua estreia nos primeiros meses do ano de 1987, no Théâtre de la Gaîté-Montparnasse, em Paris. O Pianista Erik Berchot, vencedor (notavelmente) do prêmio Frédéric Chopin de Varsóvia (1980), uniu seus talentos aos do ator e autor Philippe Etesse para compor o belo espetáculo.
Partindo de recortes textuais da vida de Chopin, cartas de George Sand entrelaçadas com declarações e poemas de Musset, Liszt, Baudelaire, Gérard de Nerval e Saint-Pol-Roux, o espetáculo ilumina, neste encontro de música e palavras, vinte anos da vida e da obra do compositor, criando uma possível subjetividade acerca de sua biografia com a objetividade e a poética do seu contexto histórico.
Texto e música marcam os acontecimentos e apresentam uma personagem dividida entre um cotidiano vivido, às vezes, dolorosamente e um ideal inatingível.
Elenco: Nathalia Timberg e Piano ao vivo: Clara Sverner. 
Informações retiradas: Teatro Porto Seguro

Tive a sorte de prestigiar no Teatro Porto Seguro Chopin Ou o Tormento do Ideal e só posso dizer que é um espetáculo encantador, um verdadeiro show de sensibilidade e interpretação.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Rebelião - O Coro de Todos os Santos.

Rebelião - O Coro de Todos os Santos.
Texto e direção: Marcelo Marcus Fonseca.
Teatro do Incêndio estreia, no dia 24 de fevereiro (sábado, às 20 horas), o espetáculo Rebelião - O Coro de Todos os Santos. No enredo, Artura (Gabriela Morato), Cacimba (Elena Vago) e Jí (Francisco Silva) saem do interior do país com o intuito de salvar o Brasil, devolvendo para Portugal símbolos da colonização. Para cumprirem a missão, eles enfrentam os terríveis Arranca-línguas, figuras míticas que encontram durante a viagem.
Rebelião – O Coro de Todos os Santos é a segunda peça inédita do projeto A Gente Submersa, trabalho de pesquisa do grupo sobre heranças e descaracterização da cultura e da sabedoria popular pelo esquecimento das raízes que moldaram o brasileiro. O primeiro espetáculo, homônimo, fez temporada com lotação esgotada, em 2017. A atual montagem segue no caminho da cultura brasileira. Trata da manifestação popular como revide contra seu apagamento, como arma de guerra no combate à intolerância religiosa, à infantilização cultural produzida atualmente e às ingenuidades que aceitam lutas separadas e compartimentadas na sociedade moderna.

O diretor desabafa: “Esse é o espetáculo ‘de saco cheio’. Saco cheio de insensibilidade, de em cima do muro, de engolir a pobreza de manifestações sociais, políticas e culturais no país de Jorge Amado, Vinícius de Moraes, Nelson Sargento. Saco cheio de dizer que gostamos do que não gostamos, de dar ibope para o que não queremos, de desprezar a cultura do nosso país em prol de uma manifestação rasa. A indústria do entretenimento cria um mundo falso, de barulho ensurdecedor para destruir nossa identidade”. E finaliza: “Teatro não é entretenimento”.
Esta montagem fecha a trilogia iniciada com O Santo Dialético, sobre a investigação e valorização da formação do homem brasileiro, da raça brasileira. Para o autor/diretor Marcelo Marcus Fonseca, “Rebelião - O Coro de Todos os Santos fala o que as pessoas querem dizer e não podem. É a revolta de toda a raiz brasileira que se levanta com direito a protestar contra tudo que não lhe representa nas culturas oferecidas pela mídia”.

Protagonistas nas três montagens, Gabriela Morato afirma que o trabalho vem sendo fundamental para sua formação como cidadã e como artista. “A mulher é a própria terra, é a vida. Hoje ela descobriu que pode mudar as coisas e que sua força inspira e transforma. Tive a honra de viver nessa trilogia várias faces e idades da mulher brasileira”.

O projeto A gente Submersa foi viabilizado pela 29ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.
Com música executada ao vivo - entre temas inéditos de Bisdré Santos e Marcelo Marcus Fonseca e peças de compositores esquecidos do Séc. XVIII - a peça traz elementos da cultura popular traduzidos de forma livre, de forma surrealista ou carnavalesca, explorando a dialética nos motivos religiosos ou sociais que controlam a razão do cidadão brasileiro contemporâneo.

A caminhada de Artura e Cacimba é um levante com destino certo: o ponto exato onde pretendem devolver, para reparo na Europa, um objeto da época da colonização portuguesa que, apesar da boa intenção, trouxe desgraça ao ser usado com maus propósitos. Acompanhadas por Ji (Victor Castro), um corcunda que carrega o tal objeto como um estandarte, elas pretendem formar um “exército de fodidos” (pessoas excluídas da sociedade) para enfrentar os misteriosos Arranca-línguas, criaturas que propagam a miséria social e humana por meio do controle da liberdade dos viventes.

Nesse tumultuado caminho encontram João Batista, um ex-pescador sádico e assassino de Arranca-línguas - interpretado pelo diretor Marcelo Marcus Fonseca que volta à cena depois de três anos. Eles começam, então, a entender a extensão das barreiras, a violência que precisam enfrentar para criar um mundo livre e delicado, para chegar ao recomeço do Brasil. Juntam-se ao “exército” um índio filósofo e alcoólatra (André Souza), um açougueiro negro monossilábico (Valcrez Siqueira) e uma dançarina de prostíbulo (Lia Benacon) que teve o filho morto pelos inimigos dos combatentes.

A cruzada de Artura, que está grávida do boto, e de sua fiel companheira Cacimba remonta à jornada de Dom Quixote (personagem de Miguel de Cervantes). O toque surrealista é um artifício usado pelo diretor Marcelo Marcus Fonseca para jogar com a própria existência moderna. Figura extraída do folclore, o Arranca-línguas pode se materializar em forma de pastores alemães (cães ou pregadores?), de lixo cultural, de machismo, de intolerância religiosa e social; de tudo que cerceia a livre expressão das pessoas. “Onde tem Arranca-línguas tem ódio”, comenta o diretor.

Sobre seu personagem João Batista, Fonseca conta que ele se tornou canibal de Arranca-línguas depois de perder tudo. “Ele perdeu o lugar onde vivia para a devastação da floresta. Perdeu a família, os bens e a dignidade para o fanatismo religioso de sua mulher e sua filha. Por isso luta contra tudo que representa aquilo que está programado para gostarmos ou fazermos”, finaliza.
Ficha Técnica:
Texto e direção: Marcelo Marcus Fonseca
Figurinos: Gabriela Morato
Iluminação: Rodrigo Alves
Direção musical: Bisdré Santos, Erick Malccon e Marcelo Marcus Fonseca
Preparação corporal e coreografias: Gabriela Morato
Operação de som: Ítalo Iago
Música ao vivo: Bisdré Santos, Erick Malccon, Yago Medeiros e elenco.
Operação de luz: Jonathan Yuri e Bruno
Fotos: Giulia Martins e Ítalo Iago
Designer gráfico: Gustavo Oliveira
Adereços: André Souza e Gabriela Morato
Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação
Produção e realização: Teatro do Incêndio
Assessoria de imprensa – Verbena Comunicação

Elenco: Gabriela Morato, Elena Vago, Francisco Silva, Marcelo Marcus Fonseca, Valcrez Siqueira, André Souza, Lia Benacon e Erick Malccon.

Coro (jovens do projeto Vivência Artística 2018): Ana Beatriz do Araújo Borges, Bruno, Giulia Soares, Jonathan Yuri, Luiza Kehdi, Murilo Rocha, Stela Coelho, Thays Ferreira, Thaina Muniz, Vallessa Fagundes e Yago Medeiros.
Serviço:
Espetáculo: Rebelião - O Coro de Todos os Santos
Estreia: 24 de fevereiro - Sábado, às 20h
Temporada: 24 de fevereiro a 24 de junho
Horários: sábados (às 20h) e domingos (às 19h)
Duração: 90 min. Gênero: Drama/teatro épico. Classificação: 16 anos
Ingressos: Pague quanto puder
Capacidade: 95 lugares. Acessibilidade. Ar condicionado.

Teatro do Incêndio
Rua Treze de Maio, 48 – Bela Vista – SP/SP
Tel: (11) 2609 3730 / 2609 8561
http://www.teatrodoincendio.com/ / https://www.facebook.com/teatrodoincendio/

Informações retiradas do release para imprensa.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

A Casa da Mariquinhas - Um cabaré português com Poesia e Fado.

A Casa da Mariquinhas - Um cabaré português com Poesia e Fado.
Reestreia no dia 20 de janeiro (sábado, às 18 horas), no Botequim Contra Regrada Cia da Revista, onde permanece em cartaz até o dia 11 de março. 
No palco, os atores-cantores - Helder Mariani, Katia Naiane, Ricardo Arantes, eSilmara Deon costuram poesias de autores expressivos da literatura portuguesa como Fernando Pessoa, Florbela Espanca, José Régio e Bocage aos fados que marcaram a cultura lusitana. Entre as músicas, “É Loucura”, “Só Nós Dois É que Sabemos”, “Perseguição”, “Casa Portuguesa”, “Grândola Vila Morena”, “Esquina de Rua”, “Maldição” e “Estranha Forma de Vida”, além da canção-título “A Casa da Mariquinhas”. Segundo o idealizador do espetáculo Helder Mariani, “são todas obras instigantes, carregadas de nostalgia e com grande apelo dramático e teatral”.

Os espectadores, sentados em mesas espalhadas pelo salão da Cia da Revista, são envolvidos pela atmosfera dos antigos cabarés, como nos ambientes chamados “fado vadio”, em que as pessoas cantavam e bebiam junto com os fadistas.
No passado, Casa da Mariquinhas foi uma animada casa de raparigas, onde os frequentadores se encontravam para contar da vida e cantar o fado. A Casa foi leiloada e se tornou uma respeitável e discreta casa de penhor. Do antigo estabelecimento nada sobrou, nem mesmo as tabuinhas nas janelas para evitar os fuxicos.

O musical se desenvolve com base em canções interpretadas pelo fadista português Alfredo Marceneiro, criadas para retratar a história da Casa da Mariquinhas, então apresentada em três momentos: o apogeu com todo o glamour peculiar ao bordel, o duro momento em que a casa é leiloada e sua transformação em casa de penhor, tendo janelas de vidro no lugar das tábuas.

Na poesia e no fado se confundem as historias de Portugal, dos fadistas e das pessoas do povo. E nesse cabaré, os atores brasileiros, deste lado do Atlântico, se voltam para as terras lusitanas de além-mar e redescobrem as nossas próprias raízes e lutas, somadas às  artimanhas do amor para aproximar a plateia do universo da cultura lusitana.
O espetáculo A Casa da Mariquinhas é um antigo projeto de Helder Mariani de reunir duas de suas paixões: poesia e fado. Segundo ele, a criação seguiu dois critérios: “o existencial, para ressaltar o caráter sentimental e nostálgico do fado com suas tragédias de vida, e a questão política, pois o fado é uma expressão artística relacionada diretamente à Revolução dos Cravos que derrubou o ditador Antônio de Oliveira Salazar, em 1974”, comenta.

Dagoberto Feliz explica que na ditadura portuguesa, enquanto alguns fadistas adaptavam letras, fazendo com que o governo de Salazar se apropriasse politicamente do fado, outros resistiram ao regime e mantiveram seu caráter contestatório e revolucionário. “Fato bastante semelhante ao que ocorreu na ditadura brasileira”, explica o diretor. Helder completa: “É inegável que o fado, ao registrar a história contemporânea de Portugal, passa também por nossa própria história”.
Para selecionar as canções que formariam A Casa da Mariquinhas houve pesquisa histórica em Portugal em busca não só das origens do estilo, mas também dos fados modernos com novos contornos que agregam outros discursos e novos elementos em sua estrutura, sofrendo, inclusive, influências de outros estilos musicais como o jazz, por exemplo. O mergulho nesse universo musical lusitano incluiu visita ao Museu do Fado, em Lisboa, que preserva a memória dessa expressão cultural e levanta discussão sobre a função do fado, na atualidade.
Ficha Técnica / Serviço 
Idealização e roteiro: Helder Mariani
Direção geral: Dagoberto Feliz
Elenco: Helder Mariani, Katia Naiane, Ricardo Arantes e Silmara Deon.
Ator stand inArtur Volpi
Direção musical: Marco França
Desenho de luz: Matheus Macedo
Direção de arte: André Medeiros Martins
Identidade visual: Murilo Thaveira
Fotos: Rafael Sampaio
Realização: Cia. Da Palavra e Nossa Senhora da Produção

Espetáculo: A CASA DA MARIQUINHAS - Um cabaré português com Poesia e Fado
Reestreia: 20 de janeiro. Sábado, às 18h
Temporada: do de janeiro a 11 de março
Horários: sábados e domingos, às 18h
Local: Cia da Revista – Botequim Contra Regra
Endereço: Alameda Nothmann, nº 1135. Campos Elíseos. SP. Tel: (11) 3791-5200
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia).
Bilheteria: 1h antes das sessões. Aceita cartões.
Gênero: Cabaré de fado. Classificação: 12 anos. Duração: 70 min.
Capacidade: 30 lugares. Acessibilidade. Ar condicionado.
Não haverá espetáculo nos dia 3 e 4 de fevereiro.
Vendas online: www.compreingressos.com - (11) 2122-4070

Informações retiradas do release para imprensa.
Assessoria de imprensa: VERBENA COMUNICAÇÃO.


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

As Loucuras que as Mulheres Fazem.

As Loucuras que as Mulheres Fazem.
Após passar dois anos viajando pelo Brasil, estreia no dia 12 de janeiro, em São Paulo, no Teatro Viradalata a comédia romântica As Loucuras que as Mulheres Fazem, estrelada pelos atores Fabio Rhoden e Maria Bia. 

A peça escrita por Luciana Guerra Malta, com direção de Dan Rosseto, conta a história de Luiza e Fábio, um jovem casal em crise conjugal. Sem filhos e com carreiras independentes e diversas (ela professora de faculdade, ele analista de sistemas), decidem viver separados para que ambos entendam os motivos que os fizeram tomar esta decisão repentina.
Assim como Romeu e Julieta, um dos mais famosos casais da literatura, Luiza e Fabio, acreditaram que o amor era capaz de mover montanhas, sobreviver diferenças e passar pelas adversidades. No auge da paixão essas sensações são comuns a todos os amantes. Mas esse poderoso sentimento não é suficiente para garantir casamentos bem sucedidos e duradouros. Com o tempo a rotina revela divergências que vem a tona e que nem sempre o casal está disposto a lidar com os resultados que podem ser catastróficos. 
Como conceito de encenação o diretor Dan Rosseto utilizará recursos de projeção em vídeo com depoimentos reais de atrizes com o tema “As Loucuras Que as Mulheres Fazem” que será exibido nas transições cênicas ajudando-o na narrativa e melhor compreensão da história pelo público. A cenografia remeter-se a um apartamento com aspecto Cult com mobília moderna, sob dois tapetes de iguais tamanhos representando os apartamentos de Luiza e Fabio. Recursos de trilha sonora (romântica), iluminação e adereços cênicos completam e enriquecem a arquitetura tornando a experiência teatral completa e extremamente profissional.

O espetáculo, além de divertir, também provoca reflexão e pretende fazer com que o assunto seja discutido em casa, para que casais que estejam passando por situações semelhantes aos personagens posam resolver ou amenizar sua rotina.
Ficha Técnica:
Texto: Luciana Guerra Malta
Direção: Dan Rosseto
Elenco: Fabio Rhoden e Maria Bia
Produção: Fabio Camara
Designer e Operação de Luz: André Grecco
Cenário: Dan Rosseto e Fabio Camara
Figurino: Fabio Rhoden veste Oriba e Maria Bia veste My Basic.com
Arte Gráfica: Erik Almeida
Fotos: Daniel Nascimento
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Realização: Applauzo Produções e Lugibi Produções
Serviço:
Local: Teatro Viradalata, Rua Apinajés, 1387 - Sumaré, 270 lugares (estacionamento conveniado em frente).
Data: 12/01 até 03/03 (sexta e sábado 21h30)
Informações: 3868 3525
Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Duração: 65 min
Classificação: 12 anos

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Rasgando-Nus

Rasgando-Nus.
Drama, adulto, 80min.
O espetáculo é um experimento cênico cuja porta simboliza um importante ritual de passagem, uma travessia em que os atores têm a obra de Hamlet, tragédia de William Shakespeare, como base investigativa do seu próprio eu. A apresentação traz à tona o processo criativo dos atores que transitam entre eles mesmos, os personagens que representam e o espectador.
Sinopse retirada do programa da peça.
Amanhã (02/12), será a última apresentação  da peça 
Rasgando-Nus, que é um projeto de conclusão de curso oferecido pelo Núcleo de Artes Cênicas do Sesi( NAC).
Adorei a apresentação da peça e principalmente a proposta do texto,que envolve um clássico e por conseguir  intercalar Hamlet com diversos outros temas da atualidade. 
Os alunos/atores mostraram que estão muito preparados, quem tiver a oportunidade de conferir, não irão se arrepender. Nos últimos minutos da peça, é apresentado um tema tenso e muito necessário de ser abordado, a violência contra a mulher.
Elenco: Andreia Sama, Felipe Abrahim, Fernando Del Carlo, Mila Mendonça, Thais Costa, Felipe Borges, Jose CÂmara, Alan Ferreira, Simone de Oliveira, Ana Paula Palmieri, Gisele Suzigan e Zéh Neto.
..."Investigo a forma como o ator se relaciona com a cena a partir de um teatro híbrido, utilizando uma linguagem dinâmica integrada à musica, tecnologia e o intenso desenvolvimento corporal". 
Carla Marco (Orientadora de Artes Cênicas).
Sesi Vila Leopoldina.
Portas Abertas
Núcleo de Artes Cênicas do Sesi-SP