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sexta-feira, 2 de junho de 2017

O Folclore e as Lendas D'água 🎭

O Folclore e as Lendas D'água 🎭
Neste espetáculo, figuras do folclore brasileiro como o Boto Cor-de-Rosa, Iara, Cazumbá, Cobra Morato, Bumba Meu Boi, Pirarucu, Catirina, ... ganham vida e mostram a diversidade do folclore brasileiro com muita música e diversão.
O Folclore e as Lendas D´água é um passeio mágico pelas crenças e por alguns rios do Brasil, como o São Francisco. A peça mostra de forma lúdica a história de diversos personagens e como eles surgiram na crença popular.
Cada personagem que é retratado no peça, encanta as crianças e mostra o quanto é rica a nossa cultura popular.
Particularmente gostei muito da Iara, uma índia que os irmãos tinham ciúmes... e acabou se transformando em uma sereia.
Eu não conhecia a história da Cobra Norato, que nos fala sobre uma índia engravidou e deu a luz a gêmeos e que se transformavam em cobras, uma boa e outra perversa...
 Elenco: Claudia Nascimento, Adriano Salhab, Danilo Bethon, Gil Teles, Thays Sposito.
A peça "O Folclore e as Lendas D´água" fica em cartaz até julho no Teatro Itália. 
Teatro Itália.
Sábados e Domingos
às 16h.

terça-feira, 2 de maio de 2017

j.Borges - 80 Anos.

J. Borges
80 Anos.
Curadoria: Marcelle Farias e José Carlos Viana.
J. Borges é um dos mais importantes artistas do Brasil. Patrimônio vivo de Pernambuco, nasceu em 20 de dezembro de 1935, no município de Bezerros.
Mestre da literatura de Cordel, é o xilogravurista brasileiro mais reconhecido no Mundo.
Sua obra já foi exposta na França, Espanha, Venezuela, Alemanha, Suíça e Estados Unidos, onde foi tema de uma reportagem do The New York Times, que o apontou como gênio da arte popular.
Para celebrar as oito décadas do artista, A Caixa Cultural apresenta a exposição J. Borges 80 Anos, trazendo uma coletânea de 10 xilogravuras inéditas.
Como J. Borges não tinha dinheiro para encomendar as ilustrações, passou a fazer ele mesmo suas matrizes, inovando o processo tradicional ao conceber uma técnica autoral para colorir as imagens.
Autodidata, J. Borges se tornou artista plástico. Desde então não parou mais de fazer matrizes por encomenda e também para ilustrar as centenas de cordéis que lançou ao longo da vida.
"A xilogravura nasceu em mim a partir da necessidade de ilustrar o cordel". J. Borges
"O ar cheira a tinta, cheira a madeira. As pranchas de madeira, em pilhas altas, esperam que Borges as talhe, enquanto as gravuras frescas. recém impressas, secam penduradas no arame de um varal. Com sua cara talhada em madeira, Borges me olha sem dizer nada." Eduardo Galeano
"Eles vêem meu trabalho como obra de arte, mas para isso acontecer eu tive que enfrentar muitos anos de luta com otimismo e esperança de vencer as dificuldades que me apareciam ao longo dessa trajetória". J. Borges
Reprodução gravura Plantio de Algodão.
Reprodução gravura No Meu Tempo De Criança.
Espaço dedicado a literatura de Cordel, que permite um verdadeiro mergulho na poesia popular de J. Borges, na qual ele versa com genialidade os acontecimentos, fatos políticos, lendários, folclóricos ou pitorescos da vida como ela é.
A Literatura de Cordel é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos que são ilustrados com xilogravuras. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes.
Em 2006, J. Borges recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, assumindo assim a missão de transmitir seu conhecimento para as gerações futuras.
Caixa Cultural São Paulo
Até 07/05/2017
Observação: Todas as informações foram retiradas do catálogo J. Borges 80 Anos, distribuído gratuitamente pela Caixa Cultural.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Malefícios Do Amor.

Malefícios do Amor.
Trilogia Anton Tchékhov.
Três peças, três cenários, três figurinos em um único espetáculo. Essa é a proposta de Malefícios do Amor - Trilogia Tchékhov - que divertirá o público com as mais famosas comédias dramáticas curtas do grande dramaturgo russo Anton Tchekhov.
Os textos são considerados pequenas obras-primas de alto valor dramatúrgico, todos "temperados" com as marcas típicas da poética tchekhviana: brevidade e ligeireza dos diálogos, linguagem despojada e, principalmente, um humor ácido e crítico que os mantêm extremamente atuais para o mundo contemporâneo.
Ágil, divertida e enriquecida pela astúcia e sagacidade de um dos maiores dramaturgos de todos os tempos.
Informações retiradas do programa da peça.
O Urso: Retrata a história da viúva Helena Ivánovna Popov, seu criado Luká, e um credor: tenente Grigóri Stepánovitch Smirnov, que adentra em sua casa para cobrar uma antiga dívida de seu falecido marido. Quando fica evidente a impossibilidade de acerto de contas, inicia-se uma trama envolvente, cheia de nuances com pitadas de humor, drama, ironia e sedução. Um texto dinâmico, profundo, com momentos intensos e reveladores dos sentimentos da alma humana.
O Jubileu: Chega o grande dia para Andrei Andréievitch Chiputchin, presidente do banco que aguarda, ansioso, que Kusmá Nikolaevich, seu assistente, acabe de escrever o seu discurso que será lido para os membros da delegação dos acionistas do banco.  ele só não contava com a visita de sua jovem, bela e fútil esposa e uma senhora velha que estão dispostas a causar uma grande confusão neste dia tao importante.
O Pedido de Casamento: Ivan Vassilievitch Lomov vai até a propriedade de seu vizinho, Stepan Tchubúkov, pedir a mão de sua filha em casamento, para felicidade deste. É com grande efusividade que Natalia Stepánovna, de temperamento nada fácil, é chamada à presença  de Ivan, sem que saiba a razão da visita do seu vizinho. Cada vez que ele tenta falar do assunto, a conversa muda de rumo e se transforma em uma grande confusão, misturando e oscilando sentimentos de teimosia, amizade, inveja, vaidade e amor. A comicidade natural do texto é reforçada em meio as crises de saúde do rapaz que sofre de hipocondria.
Elenco: Francisco Carvalho e Liza Vieira. 
Elenco: Lia Tucci e Warney Paulo.
Teatro Jaraguá.

sábado, 1 de abril de 2017

Pitanga.

PITANGA
ESTREIA NOS CINEMAS DIA 06 DE ABRIL.

Dirigido por Beto Brant e Camila Pitanga, o filme é um mergulho na história do cinema brasileiro e homenageia o ator Antônio Pitanga.
O Documentário foi escolhido pela crítica como o Melhor Filme Brasileiro na 40ª Mostra de Cinema de São Paulo e vencedor do Prêmio do Público do Festival de Tiradentes de 2017.
Filmando encontros e reencontros de Antônio Pitanga com amigos, amigas, família, cineastas, músicos e outros companheiros de vida e profissão, Beto Brant e Camila Pitanga fazem o trajeto de retorno ao tempo e revisitam a obra do ator investigando o seu percurso estético, político e existencial. Destaque no momento de maior inquietação artística do cinema brasileiro, o Cinema Novo, através de suas interpretações históricas, Antônio Pitanga construiu uma narrativa mitológica própria.
Pitanga contribuiu com o vigor de sua interpretação em mais de 60 filmes. Sua atuação sempre foi física: ele é um ator de expressão corporal particular, espontânea, urgente, cujas performances manifestam a necessidade de intervir na realidade de um mundo efervescente. No exato momento histórico em que o homem se recolocava no mundo de forma mais atuante, politicamente contestador e participativo, Antônio Pitanga realizou filmes com diretores emblemáticos e definitivos para a história do cinema brasileiro, como Glauber Rocha, Cacá Diegues, Walter Lima Jr e tantos outros.
PITANGA homenageia o homem e o ator. Destaca a importância de seu testemunho para a arte brasileira e conta a história de 75 anos de vida dedicados ao conhecimento e à construção de um homem em diálogo profundo com seu tempo.
Renato Ciasca e Beto Brant assinam a produção do documentário, que foi realizado pela Drama Filmes, Gangazumba Produções e Paraguassu Produções, com coprodução da Globo Filmes, GloboNews e Dot. No roteiro, Beto Brant, Camila Pitanga, José Carlos Avellar, Juliana
Munhoz, Marçal Aquino e Xarlô, que também assina a Direção de Arte. A fotografia é de Leleco Maestrelli, a música original é de Ilú Obá De Min e a trilha sonora, do Instituto e do Grupo Cangarussu. A distribuição é da Elo Company.
Elenco (em ordem de entrada): Daiane Sales dos Santos, Clarimundo José dos Santos, Andreia dos Santos, Adriano dos Santos Lustosa, Cía dos Prazeres e Cia Mistérios e Novidades, Monica Millet, Selina Cristina de Souza, Clarindo Silva, Roque Araújo, Álvaro Queiroz, Luiz Carlos Maciel, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Maria Creuza, José Carlos Capinan, Léa Garcia, Cacá Diegues, Sérgio Ricardo, Othon Bastos, Itala Nandi, Zé Celso Martinez Corrêa, Selma Egrei, Gésio Amadeo, Zezé Motta, Neville d'Almeida, Elisa Lucinda, Silvio Guindane, Tamara Taxman, Ziraldo, Angela Leal, Ruth de Souza, Haroldo Costa, Joel Zito Araújo, Hugo Carvana, Tônico Pereira, Chico Buarque, Paulinho da Viola, Luiz Carlos Barreto, Claudio Adão, Jorge Coutinho, Milton Gonçalves, Walter Lima Jr., Antônio Molina, Nilcea da Silva, Benedita da Silva, Martinho da Vila, Gilberto Gil, Lázaro Ramos, Rocco Pitanga, BrunaPitanga, Amanda Pitanga, Antonia Pitanga.
O Documentário investiga o percurso estético, político e existencial do ator Antonio Pitanga que, dirigido por grandes cineastas como Glauber Rocha, Cacá Diegues e Walter Lima Jr., protagonizou os momentos de maior inquietação artística do cinema brasileiro.
Direção: Beto Brant e Camila Pitanga.
Informações retiradas do reelese de divulgação de imprensa.
PITANGA
Brasil, 2016, 113 min.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Erwin Wurm - O Corpo É A Casa.

Erwin Wurm - O Corpo É A Casa.
Exposição.
A exposição apresenta uma série de trabalhos do artista austríaco Erwin Wurm, que produz em suas obras um deslocamento de elementos do cotidiano para o campo da arte, reconfigurando objetos familiares como casas, carros, roupas e alimentos para um contexto inesperado, engraçado e ao mesmo tempo crítico em relação à sociedade contemporânea. Esses objetos transviados falam sobre eles próprios, mas falam ainda mais sobre cada um de nós.
Ermin Wurm é um  artista que faz as pessoas gostarem de arte. ele evoca uma dose de humor e irreverência que são universais e, em primeiro nível, muito acessíveis.
O artista coloca em questão coisas e formas presentes em nossa vida.
Seu trabalho é conceitual e interativo. Com formas distorcidas e expandidas.
O corpo e o comportamento humano estão também em discussão em suas “Esculturas de Um Minuto”, onde o público é convidado a seguir instruções para que se torne, ele mesmo, uma escultura do artista durante 60 segundos, numa espécie de performance não planejada.
O corpo é o objeto de trabalho constante na história da arte.
Com Wurm, a dieta passa a ter uma dimensão de exercício da fé contemporânea. "A dieta", diz ele, "é como uma filosofia que faz parte do nosso cotidiano: ela possui, de um lado, um aspecto físico, e, de outro, uma dimensão espiritual". Essa ambiguidade faz com que seja possível se referir tanto à dieta do consumismo quanto à dieta de alimentos.
Informações retiradas do site do CCBBSP e do folheto impresso.
CCBB
9H às 21H
Até 03.04.2017