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quinta-feira, 22 de março de 2018

Jean-Michel Basquiat.

Jean-Michel Basquiat
Obras da Coleção Mugrabi.
Jean-Michel Basquiat - Obras da Coleção Mugrabi, é a mais completa já realizada na América Latina sobre o artista afro-americano. Exaltada mundo afora, a arte de Basquiat personifica o caráter da Nova York dos anos 1970 e 1980, quando a mistura de empolgação e inquietude cultural criou um verdadeiro paraíso para a criatividade. 
A mostra traz um recorte cronológico da breve e intensa carreira desse artista capaz de refletir, em suas obras, os ritmos, os sons e o discurso artístico, musical, literário e político de um período tão fértil par a cultura. Basquiat, definitivamente abriu caminhos e deixou um legado que intriga seus apreciadores, inspira novas gerações e movimenta o mercado internacional de obras de arte.
Basquiat é considerado um gênio da arte urbana, capaz de expressar múltiplos elementos de seu autoaprendizado em pinturas impactantes e explosivas.
Procissão/Procession,1986
Basquiat (1960-1988) é considerado um dos artistas mais importantes da segunda metade do século XX. Sua obra personifica o caráter de Nova York nos anos 1970 e 1980, quando a mistura de decadência e empolgação criou um paraíso de criatividade. A obra dele reflete os ritmos, os sons e a vida da cidade.
O Campo Próximo à outra estrada,1981
Basquiat começou a aparecer nas paredes em Lower Manhattan entre 1977 e 1979, com o pseudônimo SAMO. Escrevia frases críticas, enigmáticas, as vezes poéticas. Apesar de sua associação inicial ao grafite, Basquiat nunca se considerou um grafiteiro.
As figuras poderosas que dominam muito da obra de Basquiat levaram os críticos a classificá-lo inicialmente como neoexpressionista, mas isso deixa de fora seu elemento mais inovador: a colagem dinâmica de palavras, imagens e objetos achados faz dele um dos principais expoentes da cultura da remixagem.
Muitas das imagens de Basquiat eram apropriações poéticas e intuitivas: palavras e imagens extraídas de livros de história e ciência e logotipos de propagandas. Incorporava instantaneamente as imagens, com sua mão e gramática visual diferenciadas. Ele estava imerso na cultura pop: ligava a tv em desenhos animados infantis enquanto trabalhava, e a fusão de texto e imagem em histórias em quadrinhos foi outra provável influência.
Informações retiradas do programa da exposição.
Flash em Nápoles, 1983
Moisés Jovem,1983
Centro Cultural Banco do Brasil SP.
Até 07 de Abril de 2018.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Lembrei que Esqueci.

Amelia Toledo
Lembrei que Esqueci.
O Ministério da Cultura e o Banco do Brasil apresentam Amelia toledo: Lembrei que Esqueci, exposição que explora as faces distintas da trajetória da artista paulistana - escultora, pintora, desenhista e designer -, e que homenageia os seus 60 anos de carreira.
Chamada pelo curador Marcus de Lontra Costa de "grande dama da contracultura no Brasil", Amelia pertence a um grupo que buscava aproximar a arte do cotidiano das pessoas, dando outro sentido à vanguarda em uma época marcada pela luta por liberdade e direitos.
Esta exposição oferece uma visão significativa de seu trabalho que, com materiais distintos como rochas, aço inox, tubos com líquido ou papel, entre outros, mexe com os sentidos para trazer percepções sobre o tempo, o espaço o futuro ou a memória.
Com Amelia Toledo: Lembrei que Esqueci, o Banco do Brasil mantem o seu compromisso com a formação de público para as artes visuais, desta vez proporcionando um contato mais aprofundado com o trabalho de uma artista brasileira que, aos 90 anos, continua em plena atividade.
Informações retiradas do programa da Exposição Lembrei que Esqueci do CCBB.
Centro Cultural Banco do Brasil.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Em Trânsito.

Em Trânsito
A Stencil Art De Celso Gitahy.
Em Trânsito - a Stencil Art de Celso Gitahy marca os 25 anos de produção artística de um dos precursores da arte urbana do Brasil. 
As obras inéditas exploram diversos formatos e cria diálogos entre elementos aparentemente desconexos mas que se transformam em potentes informações para reflexão.
As imagens pop são usadas para tratar de temas da vida contemporânea como a tecnologia, o excesso de informações, a sedução do consumo, a não relação do homem com a natureza e a velocidade do cotidiano, os vícios da vida moderna.

As pílulas coloridas são uma espécie de assinatura do artista. Expressa a oposição entre conceito e forma: enquanto seu conceito remete à complexidade da vida moderna, sua forma é tao simples que chega ao minimalismo, permitindo sua pintura quase instantânea.
Celso Gitahy usa a expressão Em Trânsito para explicitar urgências da vida contemporânea e expandir a reflexão sobre a sociedade que construímos.

O fusca transformado em ambulância, que recebe a projeção de imagens de bulas de remédio mistuadas à iconografia do artista - uma alusão à velocidade, aos excessos e aos vícios da vida moderna.
Informações retiradas do programa da exposição.
Celso Gitahy.
Espaço de Exposição 
Centro Cultural Fiesp
Visitação até 22 de Outubro de 2017.

terça-feira, 2 de maio de 2017

j.Borges - 80 Anos.

J. Borges
80 Anos.
Curadoria: Marcelle Farias e José Carlos Viana.
J. Borges é um dos mais importantes artistas do Brasil. Patrimônio vivo de Pernambuco, nasceu em 20 de dezembro de 1935, no município de Bezerros.
Mestre da literatura de Cordel, é o xilogravurista brasileiro mais reconhecido no Mundo.
Sua obra já foi exposta na França, Espanha, Venezuela, Alemanha, Suíça e Estados Unidos, onde foi tema de uma reportagem do The New York Times, que o apontou como gênio da arte popular.
Para celebrar as oito décadas do artista, A Caixa Cultural apresenta a exposição J. Borges 80 Anos, trazendo uma coletânea de 10 xilogravuras inéditas.
Como J. Borges não tinha dinheiro para encomendar as ilustrações, passou a fazer ele mesmo suas matrizes, inovando o processo tradicional ao conceber uma técnica autoral para colorir as imagens.
Autodidata, J. Borges se tornou artista plástico. Desde então não parou mais de fazer matrizes por encomenda e também para ilustrar as centenas de cordéis que lançou ao longo da vida.
"A xilogravura nasceu em mim a partir da necessidade de ilustrar o cordel". J. Borges
"O ar cheira a tinta, cheira a madeira. As pranchas de madeira, em pilhas altas, esperam que Borges as talhe, enquanto as gravuras frescas. recém impressas, secam penduradas no arame de um varal. Com sua cara talhada em madeira, Borges me olha sem dizer nada." Eduardo Galeano
"Eles vêem meu trabalho como obra de arte, mas para isso acontecer eu tive que enfrentar muitos anos de luta com otimismo e esperança de vencer as dificuldades que me apareciam ao longo dessa trajetória". J. Borges
Reprodução gravura Plantio de Algodão.
Reprodução gravura No Meu Tempo De Criança.
Espaço dedicado a literatura de Cordel, que permite um verdadeiro mergulho na poesia popular de J. Borges, na qual ele versa com genialidade os acontecimentos, fatos políticos, lendários, folclóricos ou pitorescos da vida como ela é.
A Literatura de Cordel é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos que são ilustrados com xilogravuras. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes.
Em 2006, J. Borges recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, assumindo assim a missão de transmitir seu conhecimento para as gerações futuras.
Caixa Cultural São Paulo
Até 07/05/2017
Observação: Todas as informações foram retiradas do catálogo J. Borges 80 Anos, distribuído gratuitamente pela Caixa Cultural.