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terça-feira, 17 de abril de 2018

O Escândalo Philippe Dussaert.

O Escândalo Philippe Dussaert
De: Jacques Mougenot

O Escândalo Philippe Dussaert é um monólogo com um texto fantástico e que desperta varias reflexões sobre o que é considerado "arte contemporânea". De uma maneira simples, direta e com diversos exemplos dos mestres, tais quais: Leonardo da Vinci, Manet,... a peça faz um paralelo entre diversos tipos de arte.
Adoramos a peça e com certeza é garantia de risadas, principalmente com a série de pinturas "ao fundo de..."
Philippe é um artista ou um falsário? só vendo o espetáculo para saber.
O escândalo Phililppe Dussaert, do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, é um texto fantástico sobre os critérios do que pode ser considerado arte contemporânea e a dimensão valorativa atribuída àquilo que conquista o direito de ser assim nomeado. O que é o artista? Como se pode defini-lo, reconhecê-lo? Qual a diferença entre um quadro feito por um chimpanzé com coordenação motora suficiente para jogar tintas em uma tela, e outro, feito por qualquer humano, figurativo ou abstrato?

Essas são algumas das questões que o texto de Mougenot abrange de modo leve e inteligente, do início ao fim. Encenado com brilhantismo pelo ator Marcos Caruso e com direção preciosa de Fernando Philbert.

A peça conta a história do artista Philippe Dussaert, pintor conhecido como copista de quadros consagrados de autores como Da Vinci, Vermeer, Manet e diversos outros, mas com a característica muito própria e intrigante de excluir dos quadros que copia as figuras humanas ou animais presentes nos originais, preservando o fundo da maneira como o autor o concebeu.
Os quadros, chamados de “Ao fundo de…”, com a continuação sendo o nome da obra original, propiciam sua inserção no mundo da arte contemporânea, e Dussaert, não obstante a polêmica que gravita em torno dele, ganha visibilidade, renome e prestígio, até o ápice de sua ‘originalidade’, quando sua última inventiva fica conhecida como ‘o escândalo Philippe Dussaert’, que dá nome à peça.

Informações retiradas:Teatro Faap
Com: Marcos Caruso.
Quinta a sabado às 21h e domingo às 18h
Duração: 80 minutos
Teatro Faap.

quinta-feira, 15 de março de 2018

A Mulher De Bath.

A Mulher De Bath.
De: Geoffrey Chaucer.
Chaucer teve a audácia e a graça de colocar essa história na boca de uma mulher, uma viúva que ama o riso, o sexo, os homens, a diversão. Ela é bem falante, tem ideias arrojadas e os desejos a flor da pele, e a tudo descreve sem pudor ou mentiras.
O texto, de interesse universal, trata dos jogos e artimanhas do amor, das guerras infernais do casamento, do sexo e suas armadilhas, das diferenças entre homens e mulheres, da necessidade da soberania feminina e seu pleito por liberdade.
A viúva Alice parece uma mulher de agora, uma dessas neofeministas do movimento que ressurge, só que ainda mais livre, mais corajosa e mais bem humorada.
Nunca estive tao segura da qualidade do que ofereço ao público. Em conteúdo e em diversão.
Maitê Proença.
À beira de uma estrada, em plena Inglaterra medieval, uma mulher de vasta experiência e de ardorosa oratória conta a história de sua vida, ao mesmo tempo inusitada exemplar, universal e única:seus amores incansáveis, seus rigorosos rancores. suas paixões e vinganças. sua peregrinação à Terra Santa. suas traições e sua grandeza. seu conhecimento profundo do pecado, da salvação e do espírito humano.
Sua odisseia pessoal é entremeada com o relato fantástico de uma época imaginária: o mundo das lendas do Rei Artur, quando seres feéricos andavam pela terra disfarçados em forma humana. A Mulher De Bath, personagem dos contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer, é uma das figuras basilares da literatura ocidental, precursora de Shakespeare e do indivíduo moderno.
Chega aos palcos brasileiros pela primeira vez, em uma tradução quie resgara a eloquência popular de sua fala:  a alma pulsante da Idade Média volta à vida em versos inspirados no cancioneiro popular e na poesia oral do interior do Brasil.
Publicados pela primeira vez em 1475, os Contos Da Cantuária de Geoffrey Chaucer são a obra fundadora da literatura Inglesa. Assim como Dante, Cervantes e Camões, os Contos de Chaucer ajudaram a sedimentar a língua, a poesia, a ficção e a oratória de todo o país. Tudo começa a partir de uma competição entre peregrinos que rumam ao túmulo de São Thomas Becket, na Cantuária (Canterbury). No caminho, cada um deve contar histórias sobre diversos tempos e lugares - e o melhor narrador sera premiado com uma noite de excessos na mais famosa taverna local. Dessa disputa brotam contos de cavalaria heroica e farra desbragada, de santidade e de perdição, um compasso que engloba o que há de mais sórdido e mais sublime na alma humana.
A premiada tradução de José Francisco Botelho busca inspiração na poesia popular brasileira, do repente nordestino à trova gaúcha, para reviver entre nós a exaltação e a grandeza da Idade Média. Seus versos, que recriam os de Chaucer, são referência e objeto de estudo internacional, apostando em um sonho épico: a universalização da cultura brasileira.
Informações retiradas do programa da peça.
Dia de estréia e o coração vai a mil por ter a oportunidade de ver uma obra de Geoffrey Chaucer (considerado o pai da literatura inglesa), ser encenada por uma das atrizes mais inteligentes e linda de viver do Brasil: Maitê Proença.
Uma honra ter a chance de ver de pertinho a eterna Dona Beija e a Melhor Marquesa de Santos e agora a Melhor Mulher de Bath.
Teatro Faap.
Em cartaz até 01 de Abril de 2018.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Deu A Louca Na Branca.

Deu A Louca Na Branca.
Texto: Cacau Hygino / Direção: Regiana Antonini. 
Sebastiana (Cacau Protásio) narra sua trajetória até o momento em que teria sido descoberta por Walt Disney, a quem atribui a responsabilidade por tê-la transformado na personagem mais famosa de todos os tempos. Apesar de sua notável fama, ela guarda ainda uma revolta por seu criador: ele é quem teria feito com que o público sempre a visse e a chamasse de Branca, embora fosse declaradamente negra. 
 Cacau Protásio e Enrico Callado.
Sou super fã da Cacau e foi maravilhoso ver como ela é fenomenal no palco. Ela é um furacão de alegria e alto astral em qualquer lugar. Foi ótimo rir nesta comédia solo, simplesmente maravilhosa. Só gostaria de ter tirado uma foto com ela, como não deu, tirei no painel mesmo, hahaha.

Teatro Faap

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Roque Santeiro - O Musical.

Roque Santeiro - O Musical.
Tudo começa quando Cabo Roque é dado como morto em batalha, sem nunca ter sido encontrado seu corpo. Com base nestes fatos, este suposto sacrifício por sua pátria faz nascer todo um comércio turístico na cidade de Asa Branca, que gira em torno do mito do herói. A população passa assim a viver em torno da memória de Roque. O turismo desenvolve-se em decorrência das inúmeras histórias sobre o herói, a cidade cresce cada vez mais com a venda de medalhinhas, bem como a realização de festas e eventos em homenagem ao soldado. Passados cerca de 20 anos, chega um homem à cidade, anunciando ser o Cabo Roque. Descobre-se então que o protagonista não morreu. A partir de então, dá-se início a várias tramas, resultando num final surpreendente.
Elenco: Jarbas Homem de Melo, Livia Camargo, Flavio Tolezani, Mel Lisboa, Luciana Carnieli, Edson Montenegro, Dagoberto Feliz, Nábia Villela, Yael Pecarovich, Giselle Lima, Marco França, Samuel de Assis, Cristiano Tomiossi. 
Texto: Dias Gomes. 
Direção: Débora Dubois. 
Direção musical: Zeca Baleiro.
Roque Santeiro - O Musical, foi o melhor presente que ganhamos da Virada Cultural 2017. Adoramos!
Teatro Faap.
As Informações sobre o musical foram retiradas da página do Teatro FAAP.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Auê.


 Auê.
Direção duda Maia
A Companhia Barca dos Corações Partidos apresenta Auê, que é uma mistura de tudo e mais um pouco: teatro, musical, show performático... e é composta por atores que são cantores, bailarinos e instrumentistas. Auê não é uma peça no sentido tradicional, com um texto. A Cia inovou com canções e poesia (que lembra, pelo menos para mim, os livros de cordel). Sem contar com a linguagem corporal consegue passar todas as mensagens que tocam no nosso coração. Excelente espetáculo que vale muito a pena ser visto e aplaudido.  
 
Elenco: Ádren Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Fabio Enriquez, Renato LucianoRicca Barros. Músico convidado: Rick de La Torre. 
 
 
Teatro Faap.
Sexta-feira: de R$ 50 à R$ 60
Sábado e domingo: de 50 à R$ 70,00

Sextas e sábados às 21h e Domingos às 18h
Duração: 90 minutos
Classificação etária: 12 anos