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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

TADZIO.

TADZIO.
Reestreia dia 14 de Janeiro no Teatro Viralata.
 Domingos às 19:00 horas.
Nos últimos anos a Igreja Católica vem sofrendo uma série de denúncias de casos de pedofilia envolvendo lideranças religiosas, principalmente nos EUA e Europa, levando o Papa Francisco a criar, em 2013, uma comissão para investigar as acusações. Esse tema tão delicado é abordado no espetáculo Tadzio.

Na trama, um jovem de 25 anos é ordenado padre e diante da tão sonhada realização, passa a relembrar em tom de confissão como nasceu o seu desejo pelo “santo sacerdócio”. Também narra a maneira que conheceu o seu grande mestre e fonte de inspiração para a vida, o padre Enoque, que despertou nele uma “diabólica” paixão quando tinha apenas 13 anos. Os fatos são contados a partir do ponto de vista de Tadeu que, extremamente contrariado em seu desejo não consumado, resolve se vingar do padre Enoque a partir de uma escandalosa revelação.

É justamente aí que o espetáculo aborda um pouco da complexidade humana, que vai muito além do bem e do mal, do céu ou do inferno, de Deus ou do Diabo que nos faz pensar sobre as várias facetas de um desejo avassalador. Na mesma intensidade, também analisa como o mundo ao redor pode reagir diante de uma surpreendente confissão, seja ela verdadeira ou não.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Zen Salles
Direção: Dan Rosseto
Elenco: André Grecco, Nana Pequini e Rodrigo de Castro
Assistente de Direção: Denise O. Freire
Trilha Sonora: Fred Silveira
Cenário, Figurino e Iluminação: Kleber Montanheiro
Direção de Produção: André Grecco, Dan Rosseto e Fabio Camara
Contraregragem: Ana Clara Rotta
Operação de luz: Jonatas Gonçalves e Rafael Petri
Operação de som: Rafael Gratieri
Arte gráfica e fotos: Rafael Petri
Foto cartaz: Victor Iemini
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Realização: Cão Bravo Produções, Applauzo Produções e Lugibi Produções

SERVIÇO:
LOCAL: Teatro Viradalata, Rua Apinajés, 1387 – Sumaré. 270 lugares (Estacionamento conveniado em frente)
DATA: 14/01 até 04/03 (Domingo 19h)
INGRESSOS: R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia-entrada)
INFORMAÇÕES: (11) 3868 3525
DURAÇÃO: 70 min
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

Informações retiradas do release para imprensa.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

O Compositor Delirante.

O Compositor Delirante.
Inspirado na música de Beethoven, 
monólogo de Daniel Kronenberg.
Dia 10 de janeiro de 2018, quarta-feira, às 21h, reestreia a peça O Compositor Delirante, solo escrito e interpretado por Daniel Kronenberg, no Espaço Parlapatões. O espetáculo é inspirado na vida e obra do compositor austríaco Ludwig van Beethoven. Ingressos a R$ 40,00 e meia-entrada.

Com provocação cênica de Gabriel Bodstein, o monólogo coloca em foco o artista com seus questionamentos. Numa tentativa enlouquecida de organizar sua trajetória, a personagem Beethoven trava discussões políticas, filosóficas e de ordem artística com Mozart, Haydn, Goethe e com o próprio pai, além de outras pessoas imaginárias.

A surdez, a loucura e a necessidade de quebra de paradigmas são as tônicas do espetáculo, costurado pela música do compositor, que permeia toda a encenação, dando cadência e ritmo às argumentações da personagem.
Segundo Daniel Kronenberg, a escolha da música clássica e especialmente a de Beethoven como tema da montagem tem relação com a potência de sua obra e o seu impacto transformador, aliada à sua própria necessidade, como artista, de trazer para o palco apontamentos e questionamentos sobre o artista na sociedade contemporânea. “O espetáculo estabelece uma relação intensa entre os impulsos desse artista, a exemplo de sua inadequação aos padrões socialmente aceitos, mas é importante frisar que ele foi a inspiração. Suas palavras foram alimento para meu discurso autoral”, comenta o ator.
Em meio à solidão e ao escasso traquejo social, a surdez da personagem impede seu contato com o mundo exterior, mas não impede o chamado para exteriorizar a si mesmo: um telefone não para de tocar e o convoca a conversar com outros compositores clássicos e até mesmo com suas amantes. Com seu pai, ele questiona o excesso de rigor de sua criação; com Haydn, indaga sobre uma nova possibilidade de se viver a arte; com Goethe, critica a apatia e a falta de espírito criador, com Mozart, confessa sua inaptidão como compositor; e com suas amantes - Josefina, Julieta e Antonia -, adota seu lado mais romântico, no sentido mais óbvio da expressão. O telefone é um elemento cênico importante que caracteriza a subjetividade da loucura, enclausurada pela surdez.
O espetáculo privilegia o discurso que funde a manifestação artística autoral com a possibilidade de rever condutas e experiências revolucionárias na mudança do pensamento ocidental - o romantismo. O Compositor Delirante mostra que o caráter revolucionário e transgressor do artista permeia um universo onde o romantismo predomina à lógica, a razão perde terreno para a intuição. A encenação é carregada de elementos românticos, seja na figura de Beethoven, com sua insurgência contra as doutrinas retóricas e tradicionais, seja no tom do discurso que adota com suas amantes, seja no argumento revolucionário com que defende o espírito criador do artista, uma lida pacífica com seus próprios demônios.
Ficha técnica: 
Concepção, texto e atuação: Daniel Kronenberg
Provocação cênica e preparação corporal: Gabriel Bodstein
Iluminação: Flavia Servidone
Produção: DKG Soluções Lúdicas 
Fotos: Michael Pablo Bursztein e Eliane Barzilay
Assessoria de imprensa: Bemelmans Comunicações

Serviço: 
Espetáculo: O Compositor Delirante
Reestreia: 10 de janeiro de 2018 – Quarta-feira, às 21h
Local: Espaço Parlapatões
Praça Franklin Roosevelt 158
96 lugares
Temporada de 10 de janeiro a 15 de fevereiro - Todas às quartas e quintas, às 21h
Ingressos: R$ 40,00 e meia-entrada.
Ar condicionado
Acesso e lugar para cadeirante
Bilheteria: 1h hora antes da sessão. Aceita dinheiro e cartão débito/crédito
Compre Ingressos:O Compositor Delirante

Informações retiradas do release para imprensa.
Assessoria de imprensa: Miriam Bemelmans 

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Rasgando-Nus

Rasgando-Nus.
Drama, adulto, 80min.
O espetáculo é um experimento cênico cuja porta simboliza um importante ritual de passagem, uma travessia em que os atores têm a obra de Hamlet, tragédia de William Shakespeare, como base investigativa do seu próprio eu. A apresentação traz à tona o processo criativo dos atores que transitam entre eles mesmos, os personagens que representam e o espectador.
Sinopse retirada do programa da peça.
Amanhã (02/12), será a última apresentação  da peça 
Rasgando-Nus, que é um projeto de conclusão de curso oferecido pelo Núcleo de Artes Cênicas do Sesi( NAC).
Adorei a apresentação da peça e principalmente a proposta do texto,que envolve um clássico e por conseguir  intercalar Hamlet com diversos outros temas da atualidade. 
Os alunos/atores mostraram que estão muito preparados, quem tiver a oportunidade de conferir, não irão se arrepender. Nos últimos minutos da peça, é apresentado um tema tenso e muito necessário de ser abordado, a violência contra a mulher.
Elenco: Andreia Sama, Felipe Abrahim, Fernando Del Carlo, Mila Mendonça, Thais Costa, Felipe Borges, Jose CÂmara, Alan Ferreira, Simone de Oliveira, Ana Paula Palmieri, Gisele Suzigan e Zéh Neto.
..."Investigo a forma como o ator se relaciona com a cena a partir de um teatro híbrido, utilizando uma linguagem dinâmica integrada à musica, tecnologia e o intenso desenvolvimento corporal". 
Carla Marco (Orientadora de Artes Cênicas).
Sesi Vila Leopoldina.
Portas Abertas
Núcleo de Artes Cênicas do Sesi-SP

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O Som e a Sílaba.

O Som e a Sílaba.
Direção: Miguel Falabella.
A Peça "O Som e a Sílaba" com Alessandra Maestrini e Mirna Rubim (Sarah e Leonor), é uma peça maravilhosa, um verdadeiro espetáculo. Saímos profundamente tocados e muito emocionados do teatro. O texto da peça tratado com um refinamento e de uma delicadeza tocante. A questão do autismo é mostrado com leveza e humor. Alessandra e Mirna estão magnificas e cantando com perfeição.
O Som e a Sílaba é sobretudo uma história de superação, amor e amizade!!!
O espetáculo conta a história de Sarah Leighton (Alessandra Maestrini), uma jovem com diagnóstico de autismo altamente funcional, com habilidades específicas em algumas áreas, entre elas a música.
Assistimos a uma das últimas apresentações  e que venha logo a próxima temporada.
Teatro Porto Seguro.

sábado, 18 de novembro de 2017

“Colegas no Teatro”.

“Colegas no Teatro”
Dir.: Leonardo Cortez.
O filme Colegas (longa de 2013), ganhou versão teatral e a peça está sendo apresentada no grande Auditório do Masp.
“Colegas no Teatro”, é uma comédia  que trata de forma poética coisas simples da vida. A história gira em torno de três colegas com síndrome de down, Márcio, Stalone e Aninha. Os três são apaixonados por cinema e trabalham na videoteca do instituto onde vivem. Um dia eles resolvem fugir no carro do amigo jardineiro para tentar realizar três sonhos: Stalone quer ver o mar, Aninha quer casar e Márcio quer voar.
Parabéns a todos os envolvidos por levar aos palcos a peça Colegas, que é um exemplo da verdadeira inclusão social. Colegas é uma peça super divertida e emocionante e que nos mostra que os sonhos simples, geralmente são os melhores.
Atores: Ian Pereira, Giulia Merigo, João Simões, Ricardo Côrte Real, Adriana Mendonça e Daniel Dottori.
Ingressos: Colegas No Teatro
80 min. Livre. Sex. e sáb. 21h, dom. 20h. R$50. Até 10/12.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Beatles Num Céu De Diamantes.

Beatles Num Céu De Diamantes.
Charles Möeller & Claudio Botelho.
O Musical reúne o que há de mais representativo no repertório do quarteto de Liverpool que é ícone do rock mundial. Em cena, oito atores-cantores, fazem um espetáculo leve, jovem e emocionante.
Vista por mais de 700 mil pessoas em 16 temporadas ao longo de 10 anos, a montagem chama a atenção pela ousada releitura nos arranjos que dispensaram a guitarra e valorizaram a sonoridade do contrabaixo, piano e percussão. O resultado musical se afasta de qualquer imitação dos arranjos da banda para mostrar releitura, originalidade criativa e o preciosismo nos arranjos vocais assinados por Jules Vandystadt, que por este trabalho ganhou o Prêmio Shell de melhor arranjo original no Rio de Janeiro, em 2009.
Möeller e Botelho optaram por fazer o espetáculo sem determinar  um enredo unica. As canções sugerem diversas histórias e situações e a cada número musical, o elenco apresenta um estado cênico diferente para falar de sonhos, descobertas, amadurecimento e outros temas suscitados pelas músicas.
O jogo cênico toma conta do palco, com poucos recursos de cenografia. O elenco usa somente alguns objetos em cena, como, malas, guarda-chuvas, bolhas de sabão e cadeiras para valorizar a emocao, e o clima dramático de cada cena.
Informações retiradas do programa do musical.
Elenco: Carol Pita, Andrei Lamberg, Carol Bezerra, Daniel Klepacz, Giovanna Moreira, Felipe Mafra, Ingrid Gaigher e Diogo Martins.
Músicos: Juliana Ripke, Pelé Nascimento e Noa Stroeter.
Músicas: Lucy In The Sky With Diamonds, Because, She`s Living Home, Strawberry Fields Forever, Magical Mystery Tour, Help!, Blackbird, Here Comes The Sun, Get Back, Michelle, Hey Jude, Eleanor Rigby, My Love, Till There Was You, If I Fell, She Loves You, I Want To Hold Your Hard, A Hard Day`s Night, Can`t Buy Me Love, All My Loving, And I Love Her, something, While My Guitar Gently Weeps, Oh, DArling, Yesterday, Let It Be, Come Together, Ob-la Di Ob-la Da, Yellow Submarine, The Long And Winding Road, Across The Universe, Here, There And Everywhere, The End, All You Need Is Love.
Espetáculo maravilhoso, todos estavam incríveis e foi fantástico ver a releitura de alguns dos maiores clássicos dos Beatles. Todos estão de parabéns, que produção caprichada, que vozes e interpretação!!!! Super recomendo!!!
Teatro Folha.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Fulaninha E Dona Coisa.

Fulaninha E Dona Coisa.
Estreia 07 de Outubro.
Ensaio aberto promocional: dias 30/09 e 01/10 com ingressos a R$ 30
Hoje foi a coletiva de imprensa da peça Fulaninha e Dona Coisa. Foi um bate papo informal com Nathalia Dill, Vilma Melo, Rafael Canedo, Daniel Herz e Eduardo Barata. Durante a coletiva, foi exposto diversas situações que cada um dos entrevistados passaram, que enriqueceu a montagem da peça e o quanto cada um aprendeu com o texto de Fulaninha E Dona Coisa.
Sinopse - De um lado está Dona Coisa, uma mulher moderna, independente, que prefere manter certa distância em suas relações. Do outro está Fulaninha, uma jovem com a cabeça cheia de sonhos que chega do interior para trabalhar como empregada doméstica. O espetáculo retrata, através do humor, as dificuldades da convivência diária entre ambas, resultado das trapalhadas de Fulaninha, que entre muitas confusões pensa que a piscina do prédio chique de Dona Coisa é um açude; se assusta com o telefone e elevador; e ainda arruma um namorado bem enrolado, um técnico de telefone interpretado por Rafael Canedo. Apesar do estranhamento com a vida moderna, Fulaninha é muito esperta e usa a inteligência para conquistar a patroa, que só admite a empregada com muitas exigências, como dormir no local, trabalhar nos finais de semana e não namorar. Sem saber sobre seus direitos, Fulaninha acata as exigências por também gostar da patroa e aproveita para curtir a casa como se, literalmente, fosse sua, usando as roupas de Dona Coisa e comendo suas comidas preferidas.
“Estar no lugar da patroa tem um significado que vai além do particular: é político e social. Falamos aqui não só do empoderamento negro, mas também da divisão de classes. O público esbarra numa comédia leve que aponta para a reconstrução de valores éticos e estéticos”, comenta Vilma Melo, primeira atriz negra a ganhar o prêmio Shell RJ (29° edição) na categoria de melhor atriz.
“Quando o Eduardo me mostrou o texto, eu topei fazer na hora. A peça toca num ponto que ainda é tabu na nossa sociedade, o trabalho da empregada doméstica, que transita em uma linha tênue entre o privado e o profissional”, conta Nathalia Dill.
“Em um momento em que o país passou por uma transformação nos direitos trabalhistas dos empregados domésticos, a peça aparece como uma oportunidade de falar das recentes modificações, de maneira bem-humorada, sem deixar de ser informativa. Uma peça que fala das muitas possibilidades e ambiguidades que existem numa relação entre o personagem que oprime e o que é oprimido”, finaliza o produtor Eduardo Barata.
A peça se apropria do humor, da carência, da solidão e do encontro para falar das diferenças de origem e da relação entre duas pessoas, ao mesmo tempo, tão ricas e diferentes.
O espetáculo mantém vários elementos de referência aos anos 90, como: telefone com fio, bip de mensagens, secretária eletrônica, entre outros. Contudo, as emoções, situações e relações são completamente atuais”, detalha o produtor e idealizador Eduardo Barata.
“Em um momento em que o país passou por uma transformação nos direitos trabalhistas dos empregados domésticos, a peça aparece como uma oportunidade de falar das recentes modificações, de maneira bem-humorada, sem deixar de ser informativa. Uma peça que fala das muitas possibilidades e ambiguidades que existem numa relação entre o personagem que oprime e o que é oprimido”, finaliza o produtor Eduardo Barata.
 Ficha Técnica:
Texto: Noemi Marinho
Direção: Daniel Herz
Idealização: Eduardo Barata
Com: Nathalia Dill, Vilma Melo e Rafael Canedo
Cenário: Fernando Mello da Costa
Figurinos: Clívia Cohen
Iluminação: Renato Machado
Trilha sonora original: Leandro Castilho
Mídia Digital: Gigi Prade
Assessoria de imprensa: Morente Forte
Produção executiva e diretor de palco: Tom Pires
Direção de Produção: Elaine Moreira
Realização: Barata Comunicação
Teatro Renaissance
Informações release imprensa.
Informações complementares: Morente Forte