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sexta-feira, 11 de maio de 2018

Muito Louca.

Muito Louca.
De Gabriel Chalita
Direção Hudson Glauber
Muito Louca é uma peça sobre o universo complexo das relações humanas, onde Janete (Fafy Siqueira) e Tete (Suely Franco) discutem o passado em comum e suas frustrações amorosas. Fatos cotidianos ilustram o diálogo das personagens que falam sobre seus terapeutas, as dificuldades de superarem amores passados e o medo da solidão. Nesta peça irreverente, duas grandes amigas passam a limpo suas trajetórias de vida. Entre risadas, superstições, segredos, lágrimas, farpas e picuinhas, elas relembram o passado em comum.
Trata-se de um diálogo entre duas mulheres, em momentos diferentes de suas vidas, onde fatos cotidianos ilustram problemas afetivos. Falam de seus terapeutas e das dificuldades de superarem as amarras que as fazem infelizes. Falam de seus amores e do quanto o medo da solidão faz com que mintam para si mesmas. Falam de suas famílias e das ausências que sentem. Falam da vida.
Enfim, a história de ambas leva o público a percorrer os seus próprios universos pessoais, femininos ou masculinos,  cheios de medos e carências, mas com alguma esperança. No inicio, elas ainda têm muito tempo de vida. No final da peça, acompanha-se o entardecer de suas vidas. Olhamos com elas para o que foi possível viver e para o que ficou faltando.
“Janete e Tetê tem aquilo que chamamos de relação de amor e ódio, o tempo todo implicando uma com a outra, mas sempre com muito carinho. São amigas desvairadas, que com humor e ironia abordam temas delicados como amizade, amor, ciúme, solidão, dúvidas em relação ao futuro e arrependimentos em relação ao passado”, comenta o diretor Hudson Glauber.
Informações retiradas: Morente Forte.
Elenco: Suely Franco e Fafy Siqueira
Teatro Raul Cortez.

terça-feira, 17 de abril de 2018

O Escândalo Philippe Dussaert.

O Escândalo Philippe Dussaert
De: Jacques Mougenot

O Escândalo Philippe Dussaert é um monólogo com um texto fantástico e que desperta varias reflexões sobre o que é considerado "arte contemporânea". De uma maneira simples, direta e com diversos exemplos dos mestres, tais quais: Leonardo da Vinci, Manet,... a peça faz um paralelo entre diversos tipos de arte.
Adoramos a peça e com certeza é garantia de risadas, principalmente com a série de pinturas "ao fundo de..."
Philippe é um artista ou um falsário? só vendo o espetáculo para saber.
O escândalo Phililppe Dussaert, do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, é um texto fantástico sobre os critérios do que pode ser considerado arte contemporânea e a dimensão valorativa atribuída àquilo que conquista o direito de ser assim nomeado. O que é o artista? Como se pode defini-lo, reconhecê-lo? Qual a diferença entre um quadro feito por um chimpanzé com coordenação motora suficiente para jogar tintas em uma tela, e outro, feito por qualquer humano, figurativo ou abstrato?

Essas são algumas das questões que o texto de Mougenot abrange de modo leve e inteligente, do início ao fim. Encenado com brilhantismo pelo ator Marcos Caruso e com direção preciosa de Fernando Philbert.

A peça conta a história do artista Philippe Dussaert, pintor conhecido como copista de quadros consagrados de autores como Da Vinci, Vermeer, Manet e diversos outros, mas com a característica muito própria e intrigante de excluir dos quadros que copia as figuras humanas ou animais presentes nos originais, preservando o fundo da maneira como o autor o concebeu.
Os quadros, chamados de “Ao fundo de…”, com a continuação sendo o nome da obra original, propiciam sua inserção no mundo da arte contemporânea, e Dussaert, não obstante a polêmica que gravita em torno dele, ganha visibilidade, renome e prestígio, até o ápice de sua ‘originalidade’, quando sua última inventiva fica conhecida como ‘o escândalo Philippe Dussaert’, que dá nome à peça.

Informações retiradas:Teatro Faap
Com: Marcos Caruso.
Quinta a sabado às 21h e domingo às 18h
Duração: 80 minutos
Teatro Faap.

terça-feira, 6 de março de 2018

"Os Guardas do Taj".

"Os Guardas do Taj".
O Que Realmente Importa?
Texto: Rajiv Primot.
 Uma peça intensa sobre amizade, lealdade, subserviência e poder.
Qual o Real sentido da vida e das relações? A jornada desses dois amigos nos questiona se vale a pena pagar um preço tão alto para atingir a perfeição e nos tornar aquilo que os outros esperam que nos tornemos. 

Espetáculo imperdível com dois atores super talentosos e um texto emocionante. Estou até agora com o coração apertado pelo que vi no palco.
À primeira luz da manhã, um novo edifício representando o poder crescente do império será revelado: o glorioso Taj Mahal. Mas para estes dois guardas, amigos de longa data e designados a proteger o palácio, a manhã vem trazer uma crise existencial que abalará sua fé no Império e nos outros humanos.

Os Guardas do Taj retrata dois homens comuns que se deparam com a beleza imensurável do Taj e ao mesmo tempo são varridos pela carnificina e pela injustiça que cerca uma das maravilhas mais famosas do mundo. O ano é de 1648 e os dois guardas imperiais estão em pé e de costas para o ainda não revelado Taj Mahal. Um deles, Babur (Ricardo Tozzi) está cheio de curiosidade inextinguível; o outro, Humayun (Reynaldo Gianecchini) é pura ortodoxia obediente. Amigos desde a infância acabam se confrontando diante das regras estabelecidas e da maneira que cada um deles vê a sociedade e suas vidas.
Além de estarem proibidos de olhar para o edifício, os dois amigos também acabam sendo escalados para participarem da famosa história arbitrária que o imperador ordenou que executassem. O texto do americano Rajiv Joseph levanta questões potentes sobre o humano, o preço pago ao longo da história para realizar os caprichos dos poderosos, mesmo quando resultam em maravilhas arquitetônicas que, em última análise, serviriam para dar prazer às massas. Esta é uma das muitas lendas que cercam o Taj, mas que o autor usa de maneira brilhante para explorar, de forma inteligente e sem ser esmagadoramente dramática, uma série de ideias filosóficas. Uma delas é se há limites à busca humana pelo conhecimento, o que rege as relações de amizade e as proibições absurdas que muitas vezes nos são impostas.
Informações retiradas:Morente Forte
Ingressos: Os Guardas Do Taj
Elenco: Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi.
Teatro Raul Cortez.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Os Vilões de Shakespeare.

Os Vilões de Shakespeare.
Marcelo Serrado interpreta um conferencista, uma espécie de palestrante, que reúne e analisa trechos da obra de Shakespeare e ao mesmo tempo vive os personagens.
“É muito interessante pra um ator representar vários vilões. É onde estão os arquétipos, o dissimulado, tirano, vingativo… Essa colcha de retalhos é genial. Shakespeare, através de seus personagens, mostra causa, motivo e justificativa para que possamos compartilhar uma jornada psicológica, no lugar de condenar a maldade”, analisa Serrado.
Vilões como Ricardo III, Coriolano, Iago, Hamlet, Oberon e outros que não gosto de pronunciar porque acho que não dá sorte”, brinca o poeta e dramaturgo.

A peça não tem só vilões típicos, personagens como Hamlet e Oberon dificilmente poderiam ser identificados como tal. Mas não para Berkoff, ele vai atrás das cenas de vilania de cada um”. 
Informações retiradas: Morente Forte.

No monólogo "Os Vilões de Shakespeare", Marcelo Serrado interpreta e traça um paralelo dos maiores vilões Shakespeariano, entre eles: Iago, MacBeth, Ricardo III, ... e é encaixado entre os vilões um personagem que é considerado herói por todos, quem será??
A peça apesar de tratar de personagens que pratica todo tipo de maldade se torna engraçada e leve em vários momentos. Principalmente quando Marcelo Serrado interage com o público. 
Essa peça é imperdível para quem gosta ou para quem quer conhecer as obras de um dos maiores nomes da literatura universal.

Após a apresentação da peça teve um bate-papo Com Marcelo Serrado, Eduardo Barata e Sergio Modena.
Teatro Eva Herz. 
Ingressos: Ingressorapido

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Senhora Dos Afogados.

Senhora Dos Afogados.
Texto: Nelson Rodrigues.
Direção: Jorge Farjalla.
“Pudor têm todas as mulheres da família”
Os Drummond, uma família de três séculos, com mulheres que se gabam da fidelidade conjugal, choram a morte por afogamento de Clarinha, uma das filhas de D. Eduarda e Misael, ao mesmo tempo, prostitutas do cais do porto interrompem suas atividades para lamentar a impunidade do assassinato de uma das suas que morrera há dezenove anos. O assassino é Misael Drummond, pai de Dora, Clarinha e Moema: ele matara a ‘mulher da vida’, com quem tivera um caso, pois ela insistia em experimentar o leito conjugal antes da esposa, no dia do seu casamento.
Dona Eduarda, esposa de Misael, e Moema, única filha mulher que restara, além do irmão, Paulo, se digladiam em torno da questão do pudor e da honra da mulher, hostilizando-se devido a um ódio primordial. Moema, que gostaria de viver sozinha com o pai, urde um plano de forma a fazer com que a mãe o traia com o próprio noivo, um ex-marinheiro.
Ligações incestuosas, obsessões, pulsões arcaicas, conflitos entre o lógico e o irracional, todas as amarras foram rompidas, os personagens se movem num tempo verdadeiramente mítico, do inconsciente. Senhora dos Afogados é uma peça que se aproxima das tragédias gregas, em que os clãs familiares se entredevoram num inferno de culpas desmedidas.
Informações retiradas: Senhora Dos Afogados.
Ingressos:Tudus.com.br
Elenco: Alexia Dechamps, João vitti, Karen Junqueira, Rafael Vitti, Letícia Birkheuer, Nadia Bambirra, Jaqueline Farias, Du Machado.
...Não conseguia me desligar do menino Nelson e do mar de sua infância em Pernambuco, isso foi o ponto de partida para contar essa tragédia brasileira embebida de tantas referências da tragédia grega: amor e morte é o que move o ser humano. Esse mar, dessa infância e daquele menino, me sugeriria levar para Pernambuco, para renascer das profundezas de um mangue pantanoso em plena cidade do Recife, ou dos seus arredores...
...Os personagens nascem no mangue, sujos, como a família Drumond. O sagrado e o profano caminham lado a lado: de um lado a casa da família e do outro o cais do porto...
Jorge Farjalla
Impossível assistir Senhora dos Afogados  e permanecer impassível.  A peça é chocante, intensa e apresenta uma história forte, perturbadora e repleta de temas polêmicos (incesto, traição, paixões doentias, assassinato, loucura,)... todos os elementos do universo Rodriguiano. O espetáculo é impactante do inicio ao fim, vale muito a pena ver pelo texto, pelo elenco, pelo cenário e principalmente pelo  desfecho surpreendente. 
Teatro Porto Seguro.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Rebelião - O Coro de Todos os Santos.

Rebelião - O Coro de Todos os Santos.
Texto e direção: Marcelo Marcus Fonseca.
Teatro do Incêndio estreia, no dia 24 de fevereiro (sábado, às 20 horas), o espetáculo Rebelião - O Coro de Todos os Santos. No enredo, Artura (Gabriela Morato), Cacimba (Elena Vago) e Jí (Francisco Silva) saem do interior do país com o intuito de salvar o Brasil, devolvendo para Portugal símbolos da colonização. Para cumprirem a missão, eles enfrentam os terríveis Arranca-línguas, figuras míticas que encontram durante a viagem.
Rebelião – O Coro de Todos os Santos é a segunda peça inédita do projeto A Gente Submersa, trabalho de pesquisa do grupo sobre heranças e descaracterização da cultura e da sabedoria popular pelo esquecimento das raízes que moldaram o brasileiro. O primeiro espetáculo, homônimo, fez temporada com lotação esgotada, em 2017. A atual montagem segue no caminho da cultura brasileira. Trata da manifestação popular como revide contra seu apagamento, como arma de guerra no combate à intolerância religiosa, à infantilização cultural produzida atualmente e às ingenuidades que aceitam lutas separadas e compartimentadas na sociedade moderna.

O diretor desabafa: “Esse é o espetáculo ‘de saco cheio’. Saco cheio de insensibilidade, de em cima do muro, de engolir a pobreza de manifestações sociais, políticas e culturais no país de Jorge Amado, Vinícius de Moraes, Nelson Sargento. Saco cheio de dizer que gostamos do que não gostamos, de dar ibope para o que não queremos, de desprezar a cultura do nosso país em prol de uma manifestação rasa. A indústria do entretenimento cria um mundo falso, de barulho ensurdecedor para destruir nossa identidade”. E finaliza: “Teatro não é entretenimento”.
Esta montagem fecha a trilogia iniciada com O Santo Dialético, sobre a investigação e valorização da formação do homem brasileiro, da raça brasileira. Para o autor/diretor Marcelo Marcus Fonseca, “Rebelião - O Coro de Todos os Santos fala o que as pessoas querem dizer e não podem. É a revolta de toda a raiz brasileira que se levanta com direito a protestar contra tudo que não lhe representa nas culturas oferecidas pela mídia”.

Protagonistas nas três montagens, Gabriela Morato afirma que o trabalho vem sendo fundamental para sua formação como cidadã e como artista. “A mulher é a própria terra, é a vida. Hoje ela descobriu que pode mudar as coisas e que sua força inspira e transforma. Tive a honra de viver nessa trilogia várias faces e idades da mulher brasileira”.

O projeto A gente Submersa foi viabilizado pela 29ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.
Com música executada ao vivo - entre temas inéditos de Bisdré Santos e Marcelo Marcus Fonseca e peças de compositores esquecidos do Séc. XVIII - a peça traz elementos da cultura popular traduzidos de forma livre, de forma surrealista ou carnavalesca, explorando a dialética nos motivos religiosos ou sociais que controlam a razão do cidadão brasileiro contemporâneo.

A caminhada de Artura e Cacimba é um levante com destino certo: o ponto exato onde pretendem devolver, para reparo na Europa, um objeto da época da colonização portuguesa que, apesar da boa intenção, trouxe desgraça ao ser usado com maus propósitos. Acompanhadas por Ji (Victor Castro), um corcunda que carrega o tal objeto como um estandarte, elas pretendem formar um “exército de fodidos” (pessoas excluídas da sociedade) para enfrentar os misteriosos Arranca-línguas, criaturas que propagam a miséria social e humana por meio do controle da liberdade dos viventes.

Nesse tumultuado caminho encontram João Batista, um ex-pescador sádico e assassino de Arranca-línguas - interpretado pelo diretor Marcelo Marcus Fonseca que volta à cena depois de três anos. Eles começam, então, a entender a extensão das barreiras, a violência que precisam enfrentar para criar um mundo livre e delicado, para chegar ao recomeço do Brasil. Juntam-se ao “exército” um índio filósofo e alcoólatra (André Souza), um açougueiro negro monossilábico (Valcrez Siqueira) e uma dançarina de prostíbulo (Lia Benacon) que teve o filho morto pelos inimigos dos combatentes.

A cruzada de Artura, que está grávida do boto, e de sua fiel companheira Cacimba remonta à jornada de Dom Quixote (personagem de Miguel de Cervantes). O toque surrealista é um artifício usado pelo diretor Marcelo Marcus Fonseca para jogar com a própria existência moderna. Figura extraída do folclore, o Arranca-línguas pode se materializar em forma de pastores alemães (cães ou pregadores?), de lixo cultural, de machismo, de intolerância religiosa e social; de tudo que cerceia a livre expressão das pessoas. “Onde tem Arranca-línguas tem ódio”, comenta o diretor.

Sobre seu personagem João Batista, Fonseca conta que ele se tornou canibal de Arranca-línguas depois de perder tudo. “Ele perdeu o lugar onde vivia para a devastação da floresta. Perdeu a família, os bens e a dignidade para o fanatismo religioso de sua mulher e sua filha. Por isso luta contra tudo que representa aquilo que está programado para gostarmos ou fazermos”, finaliza.
Ficha Técnica:
Texto e direção: Marcelo Marcus Fonseca
Figurinos: Gabriela Morato
Iluminação: Rodrigo Alves
Direção musical: Bisdré Santos, Erick Malccon e Marcelo Marcus Fonseca
Preparação corporal e coreografias: Gabriela Morato
Operação de som: Ítalo Iago
Música ao vivo: Bisdré Santos, Erick Malccon, Yago Medeiros e elenco.
Operação de luz: Jonathan Yuri e Bruno
Fotos: Giulia Martins e Ítalo Iago
Designer gráfico: Gustavo Oliveira
Adereços: André Souza e Gabriela Morato
Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação
Produção e realização: Teatro do Incêndio
Assessoria de imprensa – Verbena Comunicação

Elenco: Gabriela Morato, Elena Vago, Francisco Silva, Marcelo Marcus Fonseca, Valcrez Siqueira, André Souza, Lia Benacon e Erick Malccon.

Coro (jovens do projeto Vivência Artística 2018): Ana Beatriz do Araújo Borges, Bruno, Giulia Soares, Jonathan Yuri, Luiza Kehdi, Murilo Rocha, Stela Coelho, Thays Ferreira, Thaina Muniz, Vallessa Fagundes e Yago Medeiros.
Serviço:
Espetáculo: Rebelião - O Coro de Todos os Santos
Estreia: 24 de fevereiro - Sábado, às 20h
Temporada: 24 de fevereiro a 24 de junho
Horários: sábados (às 20h) e domingos (às 19h)
Duração: 90 min. Gênero: Drama/teatro épico. Classificação: 16 anos
Ingressos: Pague quanto puder
Capacidade: 95 lugares. Acessibilidade. Ar condicionado.

Teatro do Incêndio
Rua Treze de Maio, 48 – Bela Vista – SP/SP
Tel: (11) 2609 3730 / 2609 8561
http://www.teatrodoincendio.com/ / https://www.facebook.com/teatrodoincendio/

Informações retiradas do release para imprensa.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

TADZIO.

TADZIO.
Reestreia dia 14 de Janeiro no Teatro Viralata.
 Domingos às 19:00 horas.
Nos últimos anos a Igreja Católica vem sofrendo uma série de denúncias de casos de pedofilia envolvendo lideranças religiosas, principalmente nos EUA e Europa, levando o Papa Francisco a criar, em 2013, uma comissão para investigar as acusações. Esse tema tão delicado é abordado no espetáculo Tadzio.

Na trama, um jovem de 25 anos é ordenado padre e diante da tão sonhada realização, passa a relembrar em tom de confissão como nasceu o seu desejo pelo “santo sacerdócio”. Também narra a maneira que conheceu o seu grande mestre e fonte de inspiração para a vida, o padre Enoque, que despertou nele uma “diabólica” paixão quando tinha apenas 13 anos. Os fatos são contados a partir do ponto de vista de Tadeu que, extremamente contrariado em seu desejo não consumado, resolve se vingar do padre Enoque a partir de uma escandalosa revelação.

É justamente aí que o espetáculo aborda um pouco da complexidade humana, que vai muito além do bem e do mal, do céu ou do inferno, de Deus ou do Diabo que nos faz pensar sobre as várias facetas de um desejo avassalador. Na mesma intensidade, também analisa como o mundo ao redor pode reagir diante de uma surpreendente confissão, seja ela verdadeira ou não.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Zen Salles
Direção: Dan Rosseto
Elenco: André Grecco, Nana Pequini e Rodrigo de Castro
Assistente de Direção: Denise O. Freire
Trilha Sonora: Fred Silveira
Cenário, Figurino e Iluminação: Kleber Montanheiro
Direção de Produção: André Grecco, Dan Rosseto e Fabio Camara
Contraregragem: Ana Clara Rotta
Operação de luz: Jonatas Gonçalves e Rafael Petri
Operação de som: Rafael Gratieri
Arte gráfica e fotos: Rafael Petri
Foto cartaz: Victor Iemini
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Realização: Cão Bravo Produções, Applauzo Produções e Lugibi Produções

SERVIÇO:
LOCAL: Teatro Viradalata, Rua Apinajés, 1387 – Sumaré. 270 lugares (Estacionamento conveniado em frente)
DATA: 14/01 até 04/03 (Domingo 19h)
INGRESSOS: R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia-entrada)
INFORMAÇÕES: (11) 3868 3525
DURAÇÃO: 70 min
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

Informações retiradas do release para imprensa.